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domingo, 20 de outubro de 2013

dead or alive

Banksy, o misterioso graffiter britânico, que há mais de 15 anos espalha as suas obras pelas ruas do mundo, encontra-se desde o início de Outubro em Nova Iorque com um novo projecto Better Out Than In, revelando todos os dias, em diferentes locais da cidade,  um novo trabalho. O primeiro foi este:



Mas o presidente da Câmara de Nova Iorque parece ser pouco apreciador de arte urbana, ao ponto de afirmar em declarações ao New York Post que "o graffiti é um sinal de decadência e de perda de controlo”. E, para além de ter dado ordem aos funcionários da Câmara para começarem a "limpar " a cidade, também já colocou a polícia nova-iorquina à caça ao artista, cuja identidade permanece desconhecida. Indiferente à polémica, o autor continua a sua obra. E ainda bem!

Não consigo perceber como é que se pode chamar vandalismo a isto.






terça-feira, 11 de junho de 2013

e se outros países seguissem este exemplo?



Na Islândia o processo de democratização da vida política que já dura há dois anos é um claro exemplo de como é possível que o povo não pague a crise gerada pelos ricos. O povo islandês soube dar uma lição de democracia a toda a Europa e ao resto do mundo. Uma lição, porém, silenciada pelos media, que continuam a representar os interesses de quem gerou esta crise.

sábado, 27 de outubro de 2012

pela liberdade de pensamento

O prémio Sakharov para a Liberdade de Pensamento distinguiu dois activistas iranianos, a advogada Nasrin Sotoudeh e o cineasta Jafar Panahi "uma mulher e um homem que não se renderam ao medo e à intimidação e que decidiram colocar o destino do seu país acima do seu próprio destino", segundo o presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz. Nasrin Sotoudeh é advogada e defensora dos direitos humanos e representou ativistas da oposição presos e delinquentes juvenis condenados à pena de morte. Jafar Panahi é realizador, argumentista e editor e o primeiro iraniano a receber um prémio no Festival de Cinema de Cannes. Os seus filmes abordam recorrentemente as dificuldades das crianças, dos pobres e das mulheres no Irão (Agência Lusa). Foram ambos condenados pelo governo iraniano por ousarem lutar pela liberdade de expressão e pelos direitos civis no Irão, ambos impedidos de exercerem as suas profissões, de contactarem com o exterior, e no caso de Nasrin Sotoudeh, de ver os seus próprios filhos.

Por denunciar a repressão vivida no seu país, Nasrin Sotoudeh foi condenada a 11 anos de prisão e a 20 de proibição de exercer advocacia.

Jafar Panahi foi condenado pelo governo iraniano a seis anos de prisão e proibido de dar entrevistas e de filmar no país durante 20 anos. Em prisão domiciliária e impossibilitado de filmar, o cineasta iraniano Jafar Panahi decide "contar" um filme em vez de o "fazer", no documentário Isto não é um filme (2011).
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