Mostrar mensagens com a etiqueta arte. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta arte. Mostrar todas as mensagens

domingo, 20 de outubro de 2013

dead or alive

Banksy, o misterioso graffiter britânico, que há mais de 15 anos espalha as suas obras pelas ruas do mundo, encontra-se desde o início de Outubro em Nova Iorque com um novo projecto Better Out Than In, revelando todos os dias, em diferentes locais da cidade,  um novo trabalho. O primeiro foi este:



Mas o presidente da Câmara de Nova Iorque parece ser pouco apreciador de arte urbana, ao ponto de afirmar em declarações ao New York Post que "o graffiti é um sinal de decadência e de perda de controlo”. E, para além de ter dado ordem aos funcionários da Câmara para começarem a "limpar " a cidade, também já colocou a polícia nova-iorquina à caça ao artista, cuja identidade permanece desconhecida. Indiferente à polémica, o autor continua a sua obra. E ainda bem!

Não consigo perceber como é que se pode chamar vandalismo a isto.






terça-feira, 27 de novembro de 2012

a literatura salva-nos do pessimismo do quotidiano

Sofiane Hadjadj, editor e escritor argelino, veio a Lisboa à Fundação Calouste Gulbenkian para falar de livros e não só. Em entrevista ao Público e a propósito do "ofício de viver "na Argélia, afirmou que a literatura pode salvar-nos de tudo, do pessimismo do quotidiano, dessa tentação da derrota e de nos dizermos todos os dias que tudo acabou. Eu acrescentaria que a literatura e todas as outras formas de arte e de expressão criativa nos salvam do pessimismo quotidiano.


Hotel by a railroad, Edward Hopper,1952

terça-feira, 28 de agosto de 2012

camuflagem

Como um camaleão, a artista plástica peruna Cecília Paredes transforma-se na paisagem, camuflando-se. Às vezes conseguimos fazê-lo na perfeição.


Meditative Mermaid, 2011

I wrap, cover or paint my body with the same pattern of the material and ‘re–present’ myself as part of that landscape. 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...